A sorrir eu pretendo levar a vida

Me peguei pensando em como sorrir é importante e no quanto um sorriso verdadeiro pode mudar o nosso dia. Mas será que sorrimos o suficiente?
Confesso que não sei. Perdi as contas de quantas vezes chorei, mas esqueci de calcular quantas vezes abri um largo sorriso de orelha a orelha. Também me peguei refletindo que chorar sozinho é mais fácil do que sorrir sozinho. Por que será?
Sorrisos são bons de serem compartilhados, gargalhadas são gostosas de se ouvir, mas a alegria de um sorriso deve estar presente também na solidão. É preciso aprender a sorrir em silêncio e a sós. Tarefa não tão fácil, eu diria, mas não impossível. Todo mundo merece sorrir por algum motivo e não só uma vez ao dia, mas várias. Deixa a gente mais leve.
Comecei essa reflexão porque notei que ultimamente nada tem me confortado mais do que o sorriso de esperança de uma criança. Crianças sorriem de verdade e com verdade e há tanta beleza nisso que a vida se torna pequena diante dos nossos olhos. Elas sorriem por tudo, do singelo ao grande, do medo a coragem.
E foi procurando por sorrisos aleatórios que descobri o projeto “Só Ria” do fotógrafo cearense Igor Barbosa. Iniciado em 2013, ele decidiu registrar personalidades e anônimos só rindo. O resultado é gratificante e honesto, faz a gente sentir vontade de sorrir mais.
O trabalho dele continua e pode ser acompanhado pelo perfil “projetosoria” no Instragram. Uma coleção de sorrisos para aprendermos que sorrir é parte fundamental da vida. A foto abaixo é de um sorriso meu. Minha risada mais recente.

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