Ultraprocessados nas escolas pode acabar

A Câmara Municipal de São Paulo promoveu, na última quinta-feira (11), audiência pública para debater o Projeto de Lei 344/2023, de autoria do vereador George Hato (MDB), que busca proibir a venda e oferta de alimentos ultraprocessados em escolas públicas e privadas da capital. A proposta já foi aprovada em primeira votação.

Durante o encontro, especialistas alertaram para os riscos do consumo desses produtos, que podem aumentar casos de obesidade, diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Para Hato, a escola tem papel fundamental na formação de hábitos saudáveis: “Temos que proporcionar às crianças um ambiente onde possam aprender a comer bem”, afirmou.

Representantes da Secretaria Municipal de Educação, de instituições de pesquisa e de movimentos sociais manifestaram apoio à medida. Já a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos ponderou sobre a necessidade de critérios claros para definir o que é ultraprocessado. O projeto deve voltar ao Plenário para segunda votação ainda neste semestre.

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