Quinta-feira, 27 de Abril de 2017   
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Políticos devem ser afastados durante inquérito

A decisão do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar a abertura de inquérito contra 98 políticos aumentou ainda mais a pressão em cima do presidente Michel Temer (PMDB). Agora, ele é cobrado por manter em seu governo tantos aliados alvos de investigação após serem acusados de cometerem vários crimes contra os cofres públicos. Há, no entanto, quem defenda os políticos e alega que eles ainda podem provar que são inocentes. A Pesquisa da Semana foi saber a opinião dos leitores sobre como o presidente deve agir. Os entrevistados foram unânimes em afirmar que os políticos devem ser afastados até o fim das investigações.

“Deve ser afastado. Principalmente neste caso do ministro Edson Fachin. Sempre estamos na esperança dos políticos provarem a inocência e com isso, eles vão cumprindo o mandato se beneficiando do nosso dinheiro”. Aquino Brasil, 31 anos, jornaleiro.

“Não sou a favor do político continuar trabalhando sendo parte de um inquérito. Todos os outros profissionais são afastados, mas os políticos permanecem no cargo gozando de suas infinitas regalias”. Gabriela Penteado, 37 anos, do lar.

“Não existe duvidas e nem outra opção. O político tem que ser afastado até que se prove ao contrário. Não podemos trabalhar com a hipótese que ele pode provar sua inocência, até porque é 99,9% de chances dele ser culpado”. Joaquim Braga, 58 anos, mecânico.
“Durante a investigação o político deve ser afastado e os benefícios serem cortados. Onde tem fumaça tem fogo. Se faz parte de um inquérito, é porque tem alguma coisa que levou a essa investigação. Até ser tudo esclarecido, é necessário o afastamento”. Jorge Almeida, operador de logística, 53 anos.

“Deve ser afastado na hora. Que tal acrescentar também que o Código Penal não se aplica aos políticos de todos os partidos, que somente serão imputáveis por qualquer crime após a sua morte? É um absurdo a folga judicial que os políticos têm”. Marcus Oliveira, 41 anos, comerciante.

“Não tem sentido ser investigado sobre algo e dar sequencia ao seu dia a dia como se nada tivesse acontecido. Dessa maneira é fácil. De gente inocente a cadeia está cheia. Então vamos soltar todos os presos até o julgamento, afinal eles podem ainda provar sua inocência”. Douglas Moratto, 63 anos, aposentado.

“A lei só existe para quem não tem dinheiro. É um absurdo o político, que foi escolhido para representar e lutar pelos nossos direitos, seja investigado e permanece no cargo. Essas coisas são bem típicas do Brasil, um país que tenta dar um jeitinho brasileiro em tudo”. Juvenal dos Santos, 61 anos, comerciante.

“Se autoridade do baixo escalão como policiais militares são afastados das ruas durante a investigação, o mesmo deve ser adotado aos políticos, afastando-se doas cargos, até para servir de exemplo as demais funções”. Opinião enviada pelo leitor Ronaldo Pereira.

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