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Padre Zezinho comemora 53 anos de sarcedócio

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Com 53 anos de sacerdócio, José Fernandes de Oliveira, ou apenas padre Zezinho, é considerado o pioneiro quando o assunto é cantar para evangelizar. Conhecido como o padre do Santuário São Judas Tadeu, Zezinho compôs mais de 1.500 canções e tem mais de 100 álbuns musicais, inspira gerações com suas letras sobre a família, a fé, a oração e o amor.
Tudo começou na Paróquia São Judas, no Jabaquara. As músicas cantadas durante as missas, compostas e interpretada por Zezinho, tinham um ritmo diferente e chamaram a atenção da irmã Maria, das Paulinas, que divulgou o trabalho do religioso. E, foi do Jabaquara que o religioso ficou conhecido pelo mundo todo. “A música nem sempre fez parte da minha vida. Meu pai tocava violão e os meus tios, também. Em casa, ouvia-se muita música sertaneja. Mas não era uma coisa com que eu sonhava. Comecei a descobrir a música no seminário e mais tarde nos Estados Unidos. Percebi que eu tinha dom para isso”, disse o padre.
Nascido na cidade de Machado, em Minas Gerais, padre Zezinho começou a compor muito cedo e usava as músicas em sermões da sua paróquia. “Comecei minha vida sacerdotal em 1966, mas em 1964 eu já estava compondo músicas. Claro que eu não queria ser padre cantor. Nunca fui e não sou. Eu sou um padre compositor. Eu faço música para outros cantarem. Mas, houve alguns momentos quando era interessante eu mesmo cantar, e foi isso que me tornou conhecido. Então, eu sou mais um professor de catequese que usa cânticos do que o padre cantor e músico”, afirma o religioso.
Entre os principais temas de suas canções, a família sempre ganhou destaque. A canção “Oração pela Família”, conhecida internacionalmente e que o ajudou a ganhar um Disco de Ouro em 1991, é uma das mais conhecidas do padre comunicador. “São mais de 60 documentos sobre educação, família, juventude e vocações. Sempre trabalhei com vocações, juventudes e famílias; então, era normal que eu me dedicasse a isso. Também porque isso era pedido por minha Congregação em todo o mundo. Eu já tinha muitas músicas escritas para isso”, explica Zezinho.

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