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Obesidade infantil é um mal cada vez mais frequente nas famílias

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Este é um tema que costuma dar muita dor de cabeça aos pais e chama a atenção de especialistas da Saúde, tanto que existe uma preocupação contínua em relação aos tipos de alimentos que são oferecidos na merenda escolar e nas cantinas dos estabelecimentos de ensino. É preciso ensinar os pequenos a escolher alimentos mais saudáveis e mantê-los bem longe dos fast-food e guloseimas
Os pediatras afirmam que uma criança obesa tem, até os dois anos de idade, 50% de chance de se transformar em um adulto obeso, aumentando esta proporção à medida que cresce, sendo que é recomendável que crianças obesas de 6 anos a 18 anos sejam encaminhadas para um tratamento mais intenso para melhorar o peso, com prazo estimado de resultados em até um ano.
É bom ressaltar que o tratamento da obesidade somente deverá ser realizado sob a orientação médica. Após o diagnóstico, deve haver um programa de reeducação alimentar, com a adequação tanto da quantidade como da qualidade dos alimentos ingeridos. Lembrando que em 99% dos casos, a obesidade infantil não está ligada a disfunções hormonais, como a maioria dos pais pensa, mas sim os hábitos da criança.
Por isso, a prática de exercícios físicos, também sob a indicação e supervisão médica, é um forte aliado nesta batalha. As atividades aumentam a massa muscular e o gasto de calorias, favorecendo o emagrecimento. Já o tratamento com medicações, tanto as que auxiliam na diminuição da ingestão de calorias, como as que diminuem a absorção das gorduras no intestino, poderá ser prescrito pelo médico em casos selecionados.
Os especialistas explicam ainda que crianças e adolescentes obesos têm um maior risco de ter diabetes tipo 2, asma, alterações cardiovasculares, hipertensão arterial, alterações das gorduras do sangue, doenças reumatologias e ortopédicas, e doença coronariana, que predispõe ao infarto. Isso sem falar nos problemas de saúde mental e psicológica, como depressão e baixa autoestima.
Os pequenos são exigentes e condicioná-los a uma alimentação saudável, requer esforço e dos adultos, que também precisam mudar seus hábitos. Na maioria dos casos, é necessário aplicar a reeducação alimentar a toda família.

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