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Árvores ganham placas de identificação na V. Mariana

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Seringueira, pitangueira, Assa-Peixe, ipê, pimenteira, oitie outras árvores não estão somente em regiões de mata ou fazendas do interior de São Paulo. Basta caminhar pela rua Doutor Fabrício Vampré, na Vila Mariana, e deparar com as mais belas espécies.
E, para facilitar a vida de quem caminha pela via e aprecia as árvores, o Coletivo chácara das Jaboticabeiras identificou as espécies. A partir de agora, todos podem saber o nome científico e o popular das árvores e, se quiserem saber mais sobre elas, é só pesquisar pelo nome que consta na placa.
A ação tem recebido elogios dos moradores. A nutricionista Carla Moreira, afirma que sempre teve curiosidade de sobre as árvores da região. “ganhamos em conhecimento, especialmente as crianças e adolescentes que estão sendo estimulados desde cedo. Assim, todos conhecerão mais sobre as árvores que estão plantadas em nossos espaços públicos”, informa Carla.
Dezenas de árvores forma identificadas, em algumas formam amarradas o objetivo do coletivo que é fruto de um movimento colaborativo formado por moradores do bairro e que busca da preservação da comunidade.
A iniciativa é um atrativo para quem ainda não passava pela via. “Raramente passava pela Fabrício Vampré, até que minha amiga falou das plaquinhas eu quis conferir. A rua é pequena e acolhedora, parece que estou no quintal da casa dos meus avós. É uma nostalgia caminhar pela Vampré ”, disse Pâmela Torres.
Para o estudante André Resende, a ação é uma experiência interessante, não só pelo aprendizado, mas principalmente por desenvolver o senso de responsabilidade em todos, por levá-los uma reflexão sobre a questão sócio ambiental e por exercerem a cidadania ao cuidar de um bem que é da comunidade e usufruído por todos. “É interessante, mas quando a árvore é identificada e podemos falar ‘na minha rua tem uma pitangueira’, isso nos leva a permite uma reflexão sobre nossa participação na comunidade, e nos alerta para cuidar dessa espécie. Parece que ficamos mais próximo da natureza”, afirmou o estudante.

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